Entrevista: Jared Leto para a GQ
15, mar de 2017

Jared concedeu uma rápida entrevista para a GQ também sobre a nova fragrância da Gucci, a Gucci Guilty Absolute (semana passada ele foi entrevistado pela Vanity Fair). Nesta rápida entrevista ele fala sobre a representação da nova fragrância e como é trabalhar com Alessandro Michele, o Diretor Criativo da marca. Confira a tradução feita pela nossa equipe:


Jared Leto conhece o segredo da eterna juventude (mas não fala)

Quando a Gucci estava procurando alguém para ser o rosto de sua nova fragrância, Gucci Guilty, é difícil acreditar que ninguém além de Jared Leto estava na mira. Afinal, o homem veste Gucci melhor do que qualquer outra pessoa – desde as roupas até as criações mais outré do diretor criativo da marca, Alessandro Michele – “um feito que poucos homens conseguiram fazer. Alessandro realmente fez o impossível”, Leto nos disse no ano passado. “Ele pegou essa marca clássica e realmente a transformou completamente e levou a uma direção tão inesperada.” Agora, com o lançamento do Gucci Guilty Absolute, uma colaboração especial entre Michele e o famoso perfumista Alberto Morillas, Leto está de volta nas campanhas e encarnar o homem libertado que a fragrância representa. Nós pulamos para um telefonema com Leto para falar sobre o seu amor genuíno por todas as coisas da Gucci, o quão importante é um papel que a liberdade desempenha em cada um de seus empreendimentos, e seu segredo para aparentar tão bem aos 45 anos (há muito sono envolvido).

Às vezes, quando uma celebridade endossa uma fragrância, ela pode sentir que está apenas fazendo um trabalho, mas você muito claramente tem uma conexão com a Gucci e o Alessandro. O que os projetos dele falam com você?

Há algumas coisas: Alessandro é uma pessoa única. Ele é um mestre artesão, ele é um designer muito talentoso e ele é um ótimo artista. Acho que ele é muito claro em seus projetos e responde muito bem a isso. Além disso, ele é uma pessoa maravilhosa, um ser humano realmente bondoso e generoso, o que torna tudo ainda mais agradável. Eu realmente não penso sobre o meu relacionamento com a Gucci como um trabalhador, é uma forma orgânica e natural de estar envolvido. Eu me importo muito com as pessoas lá e Alessandro é… ele é um amigo. Para mim, foi um prazer absoluto e estou muito orgulhoso por conhecer aquelas pessoas.

Como o Alessandro te abordou para trabalhar com você?

Novamente, foi realmente orgânico. Nós nos conhecemos em Los Angeles e nós realmente nos conectamos, temos a mesma idade e somos pessoas criativas, nós amamos e somos consumidos pelo nosso trabalho, então houve algo em comum ali. Eu gostei, o achei uma pessoa gentil, pensativa e incrivelmente talentosa. Tudo decorreu enquanto conhecíamos um ao outro.

Para a Gucci Guilty você está trabalhando como um modelo – como um ator vencedor do Oscar, você abordou isso como uma performance? Você criou um personagem e um enredo?

É como uma atuação, especialmente neste caso, porque estávamos em Veneza no inverno, estava vazio e havia uma sensação meio que assombrada na cidade. Estávamos filmando naquela antiga vila e foi muito bonito. Era fácil conjurar uma história sobre aquele cara e aquelas duas mulheres, onde eles estão em suas vidas, como eles se conheceram e do que a semana se tratava. Nos divertimos fazendo uma história lá e eu acho que tem mais a ver com a criação de um conjunto de circunstâncias e construção de um personagem. Nos divertimos, mas não aprofundamos. Quando você faz um endosso como este, você traz um pedaço de si mesmo para a mesa, não é apenas um personagem, o que acho importante… Gucci estava procurando alguém inesperado, o qual foi uma das razões de me chamarem.

Um conceito grande atrás da Gucci Guilty é a ideia da liberdade. Como isso ressoa em seu papel?

Eu acho que é uma coisa importante para se lembrar, um dos benefícios de ser um artista é que não deve haver regras. É um luxo ser capaz de ter isso, a liberdade e é importante abraçá-la se você quiser uma vida criativa bem sucedida e gratificante. É uma parte essencial de ser um artista. Eu acho que o catch-22 está tendo oportunidade e sendo amarrado com o trabalho que a oportunidade apresenta, é uma bênção e uma maldição, porque pode infringir a liberdade. O desafio é encontrar o equilíbrio. Faço música, filmes, sou diretor e produtor, sou empresário, tenho mais de 20 funcionários e estou profundamente envolvido com tecnologia a todo momento, sou investidor em mais de 47 empresas, principalmente de tecnologia, e tenho uma vida muito ocupada. Eu acho que uma das coisas para manter um olho nisso é ter certeza de que você tem o tempo e o espaço necessário para criar. É algo importante, você pode ficar atolado de oportunidades e não importa o quão maravilhosas elas sejam, elas podem acabar sofrendo se você não conseguir tempo, espaço e liberdade. Eu não sei por que, mas eu estive pensando muito sobre isso ultimamente, sobre meus amigos que também são criativos. É um desafio constante, porque você precisa desse tempo para refletir sobre uma ideia, sonhar acordado, imaginar e seguir as coisas que você ama. A vida é rápida, sabe? É curta e rápida.

Falando sobre a vida que é curta, você está incrível aos 45 anos. Você tem algum regime grooming maluco?

Não, sério. Os poucos segredos que tenho, eu compartilhei com o Alessandro e ele os guardam no peito. Vida boa e saudável é a melhor coisa, e cuidar de si mesmo também. Dormir, dormir é um grande quesito.

Quantas horas você dorme?

Tanto quanto possível, porque eu adoro trabalhar e se você estiver trabalhando o tempo todo você precisa redefinir seu disco rígido.


ATENÇÃO: A CÓPIA TOTAL OU PARCIAL DESTE ARTIGO É TERMINANTEMENTE PROIBIDA

Fonte: GQ.com

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